Sentido comum e técnica: para uma literacia da técnica

Autores

  • José Gomes Pinto Escola de Comunicação, Arquitectura, Artes e Tecnologias da Informação da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

DOI:

https://doi.org/10.21814/rlec.253

Palavras-chave:

Sentido-comum, técnica, cultura, literacia, história

Resumo

A determinação do que possa significar o sentido comum foi uma tarefa que o pensamento ocidental procurou determinar desde a sua origem na Grécia. Porém, o tratamento específico e sistemático surge com força no século XVII e consolida-se no século XIII. Da pluralidade das significações que podemos encontrar para este termo, podemos determinar uma que se mantém em todas as tentativas que a história apresentou. E este aparece, como aqui o designamos, como um resolutor de problemas, mas também um escolho na hora de poder pensar algo de novo. É a partir das relações que os média realizam que podemos encontrar hoje uma hipostasiação do sentido comum, ainda que este nunca assim seja tematizado. Procuramos mostrar como historicamente o problema se desloca para outras nomenclaturas, e causa perturbação no entendimento dos fenómenos que os média criam, mas que tem por detrás um problema base: uma certa literacia que constitui uso de qualquer técnica.

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Publicado

2017-12-28

Como Citar

Pinto, J. G. (2017). Sentido comum e técnica: para uma literacia da técnica. Revista Lusófona De Estudos Culturais, 4(2), 243-. https://doi.org/10.21814/rlec.253