REPENSAR OS ESTUDOS AFRICANOS: Descolonizar o pensamento, questionar as práticas, reconfigurar as agendas
DOI:
https://doi.org/10.21814/rlec.52Palavras-chave:
Estudos Africanos, agendas científicas, lugares de enunciação, “outras literaturas”Resumo
Neste artigo, que se integra, globalmente, na crítica dos apriorismos construídos sobre natureza das realidades sociais, culturais e políticas africanas, centro-me, em particular sobre duas questões complementares mas precisas: a questão da singularidade e da “unicidade” dos africanos e de África e a da des-historização (e descontextualização) das continuidades e descontinuidades africanas. Duas questões que, cada uma à sua maneira, contribuem para aclarar as lógicas subjacentes aos quadros ideológicos e aos modi operandi em que se desenrola na actualidade a investigação, nas ciências sociais e humanas, sobre as realidades africanas.Downloads
Os dados de download ainda não estão disponíveis.
Downloads
Publicado
2014-06-17
Edição
Secção
Artigos temáticos
Licença
Os autores são titulares dos direitos de autor, concedendo à revista o direito de primeira publicação. O trabalho é licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.
Como Citar
REPENSAR OS ESTUDOS AFRICANOS: Descolonizar o pensamento, questionar as práticas, reconfigurar as agendas. (2014). Revista Lusófona de Estudos Culturais, 2(1), 7-24. https://doi.org/10.21814/rlec.52


