ÓCIO, TEMPORALIDADE E EXISTÊNCIA: uma leitura à luz da fenomenologia e hermenêutica heideggereanas

Maria Manuel Baptista

Resumo


A presente reflexão procura articular as determinações centrais das atuais sociedades e culturas contemporâneas com uma conceção de tempo ocioso, indagando das suas potencialidades e constrangimentos. Para o efeito, é convocada a fenomenologia heideggereana que, em conjunto com as noções de temporalidade do dasein e obra-de-arte, nos permite fundamentar a necessidade incontornável
de uma relação ociosa com a verdade, como algo se oculta e desvela, tanto na linguagem como nos modos (im)próprios de relação do dasein à temporalidade.


Palavras-chave


Ócio; temporalidade; obra de arte; existência; cultura

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